Me sinto toda árvore seca.
A exibir uma beleza cruel e blasé
Me sinto tão morta e livre
Quanto as moças da tevê
"Sopra vento de vida.
Sopra a vida por dentro de mim
Por entre os galhos esguios da sorte.
Só por hoje, pra não ter fim."
Me sinto inexistente mito
oração sussurrada, prece e pólen.
Me sinto folha caída
das árvores que morrem.
Olá exploradores ; )
Novidade! O OLV está em parceria com o blog Vida Real (http://vidareeal.blogspot.com/). Faremos um texto em conjunto que será postado tanto no Vida Real como aqui no Outro Lado, dia 12. Os caras são ótimos, passem lá!
E, é claro, destaque especial pra fotografia do post, do Valter Baptistonni, professor-fotógrafo-blogueiro-filósofo-
Ótimo poema Lorena, a analogia entre os seres vegetais e os humanos é tão superficial na literatura me geral.(Pelo menos não que eu já tenha lido) Mas você explorou de uma forma bem profunda.Parabéns!
ResponderExcluirEstou aguardando teu e-mail ;)
abraços...
Eu tinha feito aqui um comentário, mas acho que perdeu-se. Estava admirado pelas palavras lindas.
ResponderExcluirMuito obrigada ; )
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